Sobre preconceito

Passando pela entrada para o terminal de ônibus do Tatuapé, vi um morador ali da rua dando puxões numa caçamba para lixo reciclado. O que me pareceu: o cara teve um surto e estava tentando derrubar o troço. E conseguindo. Parei e bronqueei, porque se aquilo tudo caisse, atrapalharia muito a vida de quem passa por ali, além de ficar tudo muito perigoso para os ônibus.
Ele parou e me respondeu: “tô arrumando.”
E estava mesmo…
Minha cara deve ter se transformado numa bunda tão grande que nem consegui pedir desculpas.
Minha lição para hoje e que compartilho com vocês:
Aquela hora que você pensa que está imune, todo pimpão e desconstruidão? É quando você age como um paunocu.
Preconceito está enraizado na gente, como vício, não desaparece, só se pode controlar. E vigiar-se. Sempre.

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