Sobre a importância de um editor

Comecei a ler “Enterre seus mortos”, de Ana Paula Maia.
Estou gostando, até aqui. Mas logo no primeiro capítulo, me deparei com uma cena: Dois colegas que recolhem animais mortos. A caminhonete de um pifa. O outro amarra uma corda para rebocar. Ambos seguem na caminhonete que reboca.
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Entenderam o erro?
Nunca vi um carro rebocar outro assim, com corda, e ninguém ficar no veículo de trás, controlando freio e direção.
Um erro, creio, que deveria ser pego pelo editor. É pra isso que ele serve. O autor comete esses deslizes.
O editor está lá para pegar. Ou um preparador. Ou mesmo um revisor. Mas passou por várias mãos e ninguém percebeu.
Uma pena.
Espero que percebam e que seja consertado para uma próxima edição.

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