Pojeto vista sensual

Esse nome é provisório. Se você tiver alguma ideia melhor, ficarei feliz em ouvir/ler.

Meu objetivo é emprestar minha visão artística à expressão da sensualidade e sexualidade das pessoas.

O que vou fazer com as ilustrações produzidas? Ainda não sei. Em algum momento, devo encontrar o caminho. Por enquanto, elas serão publicadas no Instagram e no Facebook. E aqui no blog.

Para produzir as ilustras, uso referência fotográfica de ensaios exclusivos ou fotos emprestadas.

Quem quiser participar, aqui vão os detalhes:

– o projeto, já vale dizer, não é estratégia pra comer ninguém, ok? Tanto que não faço as fotos sozinho (também não tem plateia, não se preocupe).

– eu não interajo com o/a/s modelo/s. Se vierem acompanhados/as, eu prefiro.

– não tem grana envolvida. Nem eu pago pelo ensaio, muito menos cobro pelas ilustras. Como disse, nem sei o que farei com o projeto.

– não exponho o nome de ninguém, nem as fotos. A não ser que os/as modelos peça/m diretamente.

– quero diversidade. Tanto de formatos quanto de gêneros. Coincidentemente, os primeiros trabalhos foram com mulheres e BDSM. Mas não é regra. Como eu já disse, é expressão.

– claro que tenho meus limites. Então, nada de escatologia, violência, ferimento. Nem preciso avisar que pedofilia não é tolerada, né?

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Bonitinha

Super bonitinho o discurso em libras da primeira dama.
Sabe quem apresentou a lei que regulamenta a profissão de tradutor de libras?
Maria do Rosario.
Sabe quem é ?
Aquela deputada que o marido da primeira dama disse que só não estuprava por que ela não merecia.
Pois é.
Lei 12.319/10. Procura aí.

Ilustrações eróticas 1

Vou começar a publicar no Instagram (e aqui, claro) ilustrações eróticas. A maioria será com temas fetichistas, especialmente o bondage e shibari (se não sabe o que é, pesquisinha básica no Google).

Vou fazer o máximo para manter apenas referência própria, com modelos exclusivas(os).

Aliás, quem quiser, é só dar um toque. Como vocês podem ver, até a identidade será preservada (se quiserem). Para mulheres e homens (afinal, vou só desenhar…)

Sobre preconceito

Passando pela entrada para o terminal de ônibus do Tatuapé, vi um morador ali da rua dando puxões numa caçamba para lixo reciclado. O que me pareceu: o cara teve um surto e estava tentando derrubar o troço. E conseguindo. Parei e bronqueei, porque se aquilo tudo caisse, atrapalharia muito a vida de quem passa por ali, além de ficar tudo muito perigoso para os ônibus.
Ele parou e me respondeu: “tô arrumando.”
E estava mesmo…
Minha cara deve ter se transformado numa bunda tão grande que nem consegui pedir desculpas.
Minha lição para hoje e que compartilho com vocês:
Aquela hora que você pensa que está imune, todo pimpão e desconstruidão? É quando você age como um paunocu.
Preconceito está enraizado na gente, como vício, não desaparece, só se pode controlar. E vigiar-se. Sempre.

Morte lenta

Estamos viciados na felicidade e na tristeza virtuais e no amor superficial e passageiro das relações derretidas. E chamamos tudo isso de liberdade.
E ainda nos achamos sabichões e sabichonas.
Pois estamos só deixando que máquinas e pessoas de almas pequenas fodam nossas cabeças.
Isso não é liberdade. É só morte lenta.